Ei, para onde vai?
Ei, é com você!
Ah sim, não sei.
Como não sabe?
Está nessa estrada a alguns anos e não sabes para esta indo.
Então ela olhou no fundo dos meus olhos
(Seus olhos eram de um verde-abissal-fantastico-que-atordoa)
E falou mansamente
Ninguém sabe para onde está indo
Até o momento da chegada
E continuou seu caminho
Fiquei olhando até cansar
Várias vezes mais poderemos cruzar o mesmo ponto
Até o momento da chegada...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Reflexão dedicada a uma amiga que me fez refletir sobre o viver apenas em olhá-la
Postado por Cogumello às 12:43 1 comentários
Marcadores: Homenagens
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Meu Manifesto Pacifista
Eu não quero
trajar farda nenhuma
nem lutar, matar, estuprar e pilhar
em nome de nenhum deu$
eu não sou um ser de empunhar um fuzil
nas minhas só trago uma folha
Eu não quero morrer
em praia estrangeira
defendendo uma bandeira que eu não sei de quem é
Postado por Cogumello às 08:46 0 comentários
Marcadores: TP Fase I
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Homenagem a Rafael Araújo
Amanhã, sexta (22/01), faz um ano que o nosso grande Rafael deixou de existir.
Essa Poesia eu fiz no dia 25/01/09, um dia após o enterro.
Que falta dolorosa!
Eis então:
Poema curto para muita saudades
(P: Rafael)
Menino,
partistes de tão longe...
Não tive tempo de te dizer adeus
O mar que te levou é o início de tudo
Nos seus profundos mistérios estará teu recordo
E tua guitarra orfã ficou
Mais ainda ecoam alguns dó-ré-mis por aqui
Vai menino,
Em desenbalada corrida pelo cosmos
E não demores a voltar.
Postado por Cogumello às 15:34 0 comentários
Marcadores: Homenagens
A TV
Assombroso índice de dependência
São Faustos e Augustos (lixo!)
Invadindo as salas
Aos domingos
Dias santos
Dias iguais
Feriados nacionais
O que fazer para fugir?
Um pontapé ou tijolada no vidro?
Um clique não resolve
O dedo não obedece
A cabeça não funciona
Ou quebra a tela
Ou gela no sofá
Postado por Cogumello às 04:57 0 comentários
Marcadores: Prototipoetico
Devaneio Beat
Tenho caminhos, estradas no lugar das minhas veias.
Minha cabeça, meu espírito, às vezes parecem não estarem em mim.
Meus olhos atravessam o infinito em busca de algo que eu não tenho certeza.
Se há uma Luz que está a nos ajudar, eu não sei, quero encontrar a minha.
Amores, muitos, mas distantes e num tempo e espaço que parecem ser fantasia.
Vontade nesse momento, e em todos os outros da vida: buscar sempre, caminhar sempre...
Postado por Cogumello às 03:42 0 comentários
Marcadores: Beat
